Vitória com jogo limpo: Fla comete apenas sete faltas contra o Coritiba

A marcação do Flamengo foi uma das armas para a vitória por 2 a 0 sobre o Coritiba, no Couto Pereira (veja os lances no vídeo ao lado). Prova da eficiência do sistema defensivo é que o adversário finalizou só sete vezes ao gol defendido por Paulo Victor - sendo só uma durante todo o primeiro tempo -, e além disso o Fla cometeu seu menor número de faltas em um jogo: apenas sete, igualando o número da derrota para a Ponte Preta em Juiz de Fora, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. No geral, a partida em Curitiba teve 18 infrações e foi a terceira menos faltosa de toda a competição, só atrás de Internacional x Criciúma (16 faltas), também pela segunda rodada, e Portuguesa x Corinthians (17 faltas), na 24ª rodada.
Carrapato, Amaral não desgrudou de Alex e fez só duas faltas (Foto: Divulgação/ Site oficial do Coritiba)
O sistema de marcação do técnico Jayme de Almeida contou com João Paulo mais preso à defesa, para conter as subidas de Victor Ferraz e Robinho, Amaral grudado em Alex, Paulinho dando cobertura à Léo Moura e um Elias incansável na proteção aos zagueiros. Chicão, João Paulo, Amaral e André Santos foram os únicos do time que fizeram faltas no jogo, sendo que ninguém do time cometeu mais do que duas infrações.
Elias ainda se destacou com três roubadas de bola, e Amaral e Wallace, com dez desarmes, foram soberanos no quesito. A marcação, porém, não impediu a equipe de ser ofensiva. O time chegou a ter mais posse de bola que o Coritiba no primeiro tempo, criou oito contra-ataques (quatro vezes mais que o adversário), teve 12 finalizações (quase o dobro do rival, com só sete conclusões) e construiu seis jogadas claras de gol (contra duas da equipe paranaense).
Com a vitória no Couto Pereira, a segunda seguida no campeonato, o Flamengo chegou a 33 pontos, subiu quatro degraus na classificação e terminou a rodada em 11º lugar. Na próxima rodada, o Rubro-Negro tem pela frente o clássico contra o Vasco, domingo, às 16h (de Brasília), no Mané Garrincha.
Borges desencanta, Cruzeiro atropela a Lusa no primeiro tempo e goleia: 4 a 0

Era o encontro dos dois times com melhor rendimento no returno do Brasileirão. Mas o Cruzeiro não tomou conhecimento do bom momento da Portuguesa, atropelou impiedosamente no primeiro tempo e mostrou por que é líder com 11 pontos de vantagem. Borges, duas vezes, Éverton Ribeiro e Willian marcaram os gols da goleada de 4 a 0 da Raposa, que manteve a escrita de ser imbatível no Mineirão - nove vitórias e um empate no Brasileirão - e segue voando baixo rumo ao título. Com a vitória sobre a Lusa, o Cruzeiro ainda chegou ao 11º jogo de invencibilidade: são dez vitórias e apenas um empate, diante do Corinthians, em São Paulo.
Borges foi o destaque do jogo. Desencantou. Artilheiro nato, já estava incomodado com os cinco jogos sem marcar. Pois marcou dois de uma vez, participou dos outros dois e ainda mandou uma na trave. A Lusa não foi nem de perto o time que goleou o Corinthians pelos mesmos 4 a 0 na última rodada. Mas também, nem teve chance, tamanha foi a força celeste.

Muricy se diz envergonhado com atuação e pede desculpas à torcida
O técnico Muricy Ramalho não escondeu a frustração com a má atuação do São Paulo na derrota por 3 a 0 no clássico contra o Santos, nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro. O treinador disse estar com vergonha do que o Tricolor produziu.
– É difícil entender, porque fizemos um jogo daquele jeito domingo. Perdemos, mas jogamos bem. Hoje, nós sentimos até vergonha. Como técnico, peço desculpas ao torcedor. Eu sinto a vergonha que o torcedor está passando. Não merecíamos outro resultado. O outro time estava com dez jogadores, e não criamos nada. Tudo que eu falar agora se torna desculpa, mas não tem. Temos de procurar sair dessa situação complicadíssima. Vamos lutar e, da minha parte, até o final – afirmou.
O São Paulo poderá voltar à zona do rebaixamento no complemento da rodada, nesta quinta-feira. Para que isso aconteça, o basta o Vasco derrotar o Internacional, em Macaé. Os cariocas chegariam aos 28 pontos e deixariam os paulistas com 27.
– O problema não é a zona do rebaixamento. O problema é não jogar. Isso que não dá para aceitar. Jogamos contra um time com dez no segundo tempo e perdemos desse jeito. Não dá, né? Não dá para aceitar. O Santos não fez força nenhuma para ganhar – lamentou.
O treinador se mostrou irritado com o primeiro gol sofrido pelo São Paulo. A defesa permitiu que o ataque do Santos cabeceasse em três escanteios consecutivos. No terceiro, Edu Dracena se livrou da marcação do zagueiro Paulo Miranda e abriu o placar.
– O Santos faz esse tipo de jogada faz tempo, jogando a bola para o Gustavo e o Dracena. Eles foram marcados individualmente. Isso é mostrado num compacto com as principais jogadas do adversário. Esse tipo de gol você não pode tomar. É falta de atenção. E outra, a jogada se repetiu três vezes. Pagamos um preço caro pela falta de atenção.
– É difícil entender, porque fizemos um jogo daquele jeito domingo. Perdemos, mas jogamos bem. Hoje, nós sentimos até vergonha. Como técnico, peço desculpas ao torcedor. Eu sinto a vergonha que o torcedor está passando. Não merecíamos outro resultado. O outro time estava com dez jogadores, e não criamos nada. Tudo que eu falar agora se torna desculpa, mas não tem. Temos de procurar sair dessa situação complicadíssima. Vamos lutar e, da minha parte, até o final – afirmou.
O São Paulo poderá voltar à zona do rebaixamento no complemento da rodada, nesta quinta-feira. Para que isso aconteça, o basta o Vasco derrotar o Internacional, em Macaé. Os cariocas chegariam aos 28 pontos e deixariam os paulistas com 27.
– O problema não é a zona do rebaixamento. O problema é não jogar. Isso que não dá para aceitar. Jogamos contra um time com dez no segundo tempo e perdemos desse jeito. Não dá, né? Não dá para aceitar. O Santos não fez força nenhuma para ganhar – lamentou.
O treinador se mostrou irritado com o primeiro gol sofrido pelo São Paulo. A defesa permitiu que o ataque do Santos cabeceasse em três escanteios consecutivos. No terceiro, Edu Dracena se livrou da marcação do zagueiro Paulo Miranda e abriu o placar.
– O Santos faz esse tipo de jogada faz tempo, jogando a bola para o Gustavo e o Dracena. Eles foram marcados individualmente. Isso é mostrado num compacto com as principais jogadas do adversário. Esse tipo de gol você não pode tomar. É falta de atenção. E outra, a jogada se repetiu três vezes. Pagamos um preço caro pela falta de atenção.

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