É mais que doloroso assistir o fim de uma luta. Não que a ex-senadora Marina Silva morra nesta quinta-feira, 3 de outubro. Não, ela estará "vivinha da Silva" e mais fortalecida diante do que possa acontecer hoje com o seu projeto de pleitear à Presidência da República em 2014. Seu partido, a Rede Sustentabilidade, por tudo que se vê não será criado como vem declarando ministros integrantes do Tribunal Superior Eleitoral.
A Rede Sustentabilidade para ser criado precisaria de 492 mil assinaturas. Até a presente data conseguiu 442,5 mil nomes, 50 mil assinaturas a menos que o exigido em lei. Isto é doloroso sim, sobretudo para quem acompanha a luta da ex-seringueira e é simpatizante da sua candidatura à Presidência da República em 2014. Se não for aprovado, Marina Silva poderá se filiar a outro partido político até sábado, 5 de outubro de 2013.
É um casuismo, preferimos dizer que não. Entendemos que faltou foi organização mesmo. Aberta à discussão. Até que ponto os cartórios eleitorais são culpados pelo "descaso". Somente a justiça poderá vir com a resposta, logicamente, que já fora de prazo. Marina Silva seria enfraquecida, não. Ela estará mais forte e virá com a força de muitos que não entendem de "patavina" nenhuma de exigências para se criar partido político no Brasil.
Exatos três anos após receber quase 20 milhões de votos na disputa à Presidência da República, a ex-senadora Marina Silva estará hoje em Brasília para acompanhar o julgamento que deve decidir se ela poderá concorrer novamente ao Planalto pelo partido que começou a montar em fevereiro, a Rede Sustentabilidade. A decisão da criação da nova sigla está nas mãos dos ministros do TSE.
Cinco dos sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral ouvidos pela Folha disseram que tendem a não aprovar a legenda caso fique demonstrado que de fato ela não conseguiu reunir as 492 mil assinaturas de apoio exigidas em lei. Todos ressalvaram que podem mudar de posição se a relatora do processo, ministra Laurita Vaz, apresentar argumentos técnicos em sentido contrário. Uma luta, mas seja qual for o resultado, Marina estará forte. Quem viver verá!
Cinco dos sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral ouvidos pela Folha disseram que tendem a não aprovar a legenda caso fique demonstrado que de fato ela não conseguiu reunir as 492 mil assinaturas de apoio exigidas em lei. Todos ressalvaram que podem mudar de posição se a relatora do processo, ministra Laurita Vaz, apresentar argumentos técnicos em sentido contrário. Uma luta, mas seja qual for o resultado, Marina estará forte. Quem viver verá!
Por Adauto Ferreira - Portal Novos Tempos
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