Dentre os alertas especiais divulgados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) no início desse mês, está a possibilidade de diminuição da umidade relativa do ar no Piauí. O Instituto afirma que os índices podem chegar a menos de 30%, o que, segundo médicos e especialistas, é bastante preocupante.
O médico otorrinolaringologista Erick Barros diz que é comum que pessoas que já tenham algum problema respiratório sofram mais nesse período que vai de julho a outubro, que é quando os índices da umidade estão mais reduzidos no país. A intensidade dos problemas, no entanto, varia de acordo com o percentual de umidade do ar. Segundo ele, níveis de até 50% são mais recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS); índices menores acabam afetando as pessoas mais sensíveis.
Quando os níveis chegam a menos de 30%, o médico diz que quase todas as pessoas acabam sentindo os efeitos da baixa umidade. "Crianças, idosos e pessoas que já têm algum problema respiratório são os que sentem primeiro, mas assim que a umidade diminui consideravelmente, é quase certeza que todas as pessoas sentirão algum sintoma", afirmou ele.
O médico conta que é comum haver ressecamento dos lábios, dos olhos, da pele e das mucosas nasais. Em alguns casos, pode haver ressecamento da laringe, agravamento de problemas respiratórios e surgimento de pequenos sangramentos, especialmente da mucosa nasal. Isso acontece porque a área fica muito sensível e pode sofrer pequenas fissuras. Em casos mais intensos de ressecamento e fissuras nas mucosas, pode-se desencadear um processo inflamatório mais grave, o que é raro.
O Inmet divulgou também alerta de baixa umidade para os estados de Minas Gerais, Rondônia, Pará, Maranhão, Bahia, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal. O período crítico, segundo o Instituto, teve início no dia 5 e permanecerá até o próximo dia 12. A área mais afetada será o centrossul do estado.
O médico otorrinolaringologista Erick Barros diz que é comum que pessoas que já tenham algum problema respiratório sofram mais nesse período que vai de julho a outubro, que é quando os índices da umidade estão mais reduzidos no país. A intensidade dos problemas, no entanto, varia de acordo com o percentual de umidade do ar. Segundo ele, níveis de até 50% são mais recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS); índices menores acabam afetando as pessoas mais sensíveis.
Quando os níveis chegam a menos de 30%, o médico diz que quase todas as pessoas acabam sentindo os efeitos da baixa umidade. "Crianças, idosos e pessoas que já têm algum problema respiratório são os que sentem primeiro, mas assim que a umidade diminui consideravelmente, é quase certeza que todas as pessoas sentirão algum sintoma", afirmou ele.
O médico conta que é comum haver ressecamento dos lábios, dos olhos, da pele e das mucosas nasais. Em alguns casos, pode haver ressecamento da laringe, agravamento de problemas respiratórios e surgimento de pequenos sangramentos, especialmente da mucosa nasal. Isso acontece porque a área fica muito sensível e pode sofrer pequenas fissuras. Em casos mais intensos de ressecamento e fissuras nas mucosas, pode-se desencadear um processo inflamatório mais grave, o que é raro.
O Inmet divulgou também alerta de baixa umidade para os estados de Minas Gerais, Rondônia, Pará, Maranhão, Bahia, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal. O período crítico, segundo o Instituto, teve início no dia 5 e permanecerá até o próximo dia 12. A área mais afetada será o centrossul do estado.
MINIMIZANDO OS EFEITOS DA BAIXA UMIDADE
Para evitar sofrer com os efeitos do ar seco, o otorrinolaringologista Erick Barros dá dicas simples:
- aumentar a ingestão de água, que deve ser de no mínimo dois litros por dia e de forma fracionada;
- evitar atividades físicas das 10h às 15h, onde a incidência solar é maior;
- fazer uso de hidratantes específicos para o tipo de pele;
- lavar os olhos e o nariz com soro fisiológico sempre que sentir ressecamento dessas áreas;
- usar protetores e pomadas especiais que protejam e hidratem os lábios;
- utilizar umidificadores de ar, principalmente em ambientes com ar-condicionado. Podem ser utilizados umidificadores artesanais, feitos com bacias com água espalhados pelo ambiente.
- quando for utilizar o ar-condicionado, evitar as temperaturas mais baixas e não direcionar o jato de ar para si.
- aumentar a ingestão de água, que deve ser de no mínimo dois litros por dia e de forma fracionada;
- evitar atividades físicas das 10h às 15h, onde a incidência solar é maior;
- fazer uso de hidratantes específicos para o tipo de pele;
- lavar os olhos e o nariz com soro fisiológico sempre que sentir ressecamento dessas áreas;
- usar protetores e pomadas especiais que protejam e hidratem os lábios;
- utilizar umidificadores de ar, principalmente em ambientes com ar-condicionado. Podem ser utilizados umidificadores artesanais, feitos com bacias com água espalhados pelo ambiente.
- quando for utilizar o ar-condicionado, evitar as temperaturas mais baixas e não direcionar o jato de ar para si.
Fonte: Jornal O DIA
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