Acima, a praça do Hospital, com destaque para o que restou da barraca de César do Cachorro Quente.
Acima, uma das barracas da Praça do Hospital
Abaixo, Uno debaixo de algarobeira.
Abaixo, imagens de árvores e placas caídas, inclusive a de boas vindas na entrada pela Avenida Coelho Rodrigues.
Acima, placa de boas vindas e anúncio do São João 2012, na entrada da ciade, que foi ao chão.
Abaixo, muro da AABB que foi ao chão e estragos na Praça do Hospital.
Corpo de Bombeiros em ação, apagando princípio de incêndio na Casa Floresta
Pode ser que não dure muito tempo com esta intensidade. Mas já é, pelo menos aos meus olhos, aqui na região mais central, a chuva mais intensa que caiu em Araripina. Se chegar a pelo menos duas horas com tal intensidade, poderemos ter 150 a 200 milímetros de chuva.
Num rápido trajeto, deu para sentir sobre o teto do veículo o barulho de granizo. Muito vento, a ponto de rasgar a placa de propaganda de um comércio na rua do Hospital. Ruas perigosas para o tráfego e até para andar a pé. A buraqueira provocada pela FLAMAC vai ficar mais evidente agora.
O hospital Santa Maria está com a portaria inundada. Pacientes saindo do local assustados.
Algarobeiras gigantes despencam. Só na praça do Hospital foram três.
A chuva já parou. A praça do Hospital está repleta de curiosos. Por pouco não aconteceu tragédia. Três algarobeiras gigantes não suportaram a força da chuva e despencaram sobre barracas de lanche, entre elas a de César do Cachorro Quente, que conseguiu escapar por sorte, saindo entre aços empenados.
E AS CISTERNAS DE PLÁSTICO DE DILMA RESSECANDO AO SOL
Enquanto as chuvas caem em tão curto período, Dona Dilma segura no pátio de exposição de Araripina e em muitos outros da região milhares de cisternas, burocratizando uma distribuição que poderia ser simples, bastando entregar à prefeitura, à câmara de vereadores e associações rurais.
Gente na Codevasf, ligada a Fernando Bezerra, tenta fazer política com a seca. É hora de reclamar. Não bastasse abandonar o programa de construção de cisternas de alvenaria, que geram emprego e capacitam agricultores, Dilma autoriza a fabricação das cisternas amassáveis, paga caro, leva para pátios e segura sem distribuir na única hora que o investimento faria sentido.
Se o argumento era chegar mais rápido com a cisterna, Dilma agora já pode ir em busca de algo mais consistente para explicar a troca de cisternas de alvenaria, melhores e mais baratas, por essa de plástico.
Com informações de Ronaldo Lacerda(Blog Meu Araripe)
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